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BLOGME TENDAL CCLXXVIII: Que não se renda

Nem as cordas bem tensadas nem as janelas bem fechadas. Nada é grave. É a soma de pequenas coisas: O pentagrama das cordas revirado, desafinado, inarmónico; o marco da janela mal pintado; a madeira das janelas fraca; o ailhante descolado. Nada importante. O refrexo deformado da...

BLOGME TENDAL CCLXXV: Estendal de proa

As cordas soltas, penduradas, lasas. Mortas. Até que o pau da esfregona transmuta-se em bauprés, ariete que fura o mundo e afirma a estrutura do estendal, convertendo as cordas em cabos, os lenços em foques, as pinzas da roupa em gratís. Em quanto levante vento abondo,...

BLOGME TENDAL CCLXXIVI: De festa

Ontem houve festa. Fica a pegada no vestido, vermelho alegre, em forma de olor ao suor e ao sorriso e ao baile. Há que lavá-lo a parte? Sim, porque senão dilúese a alegria. E porque hoje há mais. ...