Um estendal de aldeia sempre é um brinquedo.
Jogam as roupas a agachar-se atrás do pau.
Com quem jogam? Quem apanda?
A qualquer momento eles correrão para o pando e gritarão: “Por mim!”...
Quem sai do carro pela porta do passageiro bate com a cara na roupa.
Podia, devia, beijá-la como num juramento doméstico e familiar de lealdade; como sinal de respeito.
Eu beijaría....
Intempériome ao ventimperium
A roupa e o vento dançam uma dança visceral, desprovida de modéstia, instintiva, reactiva.
Quem inicia a dança? O vento quando sopra ou a roupa quando estende?
O vento torce a roupa, seca as cordas, enferruja os ferros; a roupa bate com o vento...