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BLOGME TENDAL DCLXXIX: Teatro de varanda

As luvas aplaudem o maravilhoso trabalho do caldeiro. Fez uma posta em cena limpa, pulcra, essencial. Tirou todo que sobrava do espaço cénico, que agora é acolledor é pode acolher igualmente o Hamlet de Shakespeare ou o de Cunqueiro. O lenço não é de fundo, senão...

BLOGME TENDAL DCLXXVIII: E é bonito!

Nem sendo lindo apetece pôr-se a lavar roupa aí. E é bonito! Mas nem assim apetece meter aí as mãos. E para que serão essas taboíñas que pendem da armadura do telhado? ...

BLOGME TENDAL DCLXXVII: Velha e viva

A casa é velha. As cordas são novas. As molas são novas. A bolsa é nova. Só foi embora quem tinha que ter ido: a roupa seca. O resto fica à espera. Esperam os estendais? Ou simplesmentes estão...